"Os magistrados (que deram o caso Freeport por concluído) reconhecem que foi o prazo de 25 de Julho, marcado pelo superior hierárquico, vice-Procurador Geral da República, Mário Gomes Dias, que lhes limitou a acção. E consideram que a diligência para ouvir Sócrates «mostra-se, por ora, inviabilizada», já que a lei obriga a uma autorização prévia do conselho de estado antes de ouvir em inquérito o primeiro-ministro."
- ovigia
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