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Jornal Público
PJ investiga alegadas intrusões na rede informática do Governo e dos ministérios - http://www.publico.clix.pt/Socieda...
Seria interessante saber que "especialistas" o Público ouviu, especialmente sobre alegado desmantelamento da Ghostnet, até tendo em conta http://www.nartv.org/2009... - J M Cerqueira Esteves
Pessoalmente, mesmo sem conhecer os envolvidos nem ter visto mais que o relatório disponibilizado publicamente, fico com impressão de típico "damage control" de relações públicas por ataque ao mensageiro, que já esta nota do PCM fazia esperar mesmo que partindo de outro contexto http://www.portugal.gov.pt/pt... Pior se a PJ se disponibiliza como ferramenta e se fundamenta em falta de "habilitações académicas" dos visados :( - J M Cerqueira Esteves
Notícia no sítio web da PJ, com vários pontos a meu ver lamentáveis, mesmo os que se sustentam na infeliz legislação de criminalidade informática a que agora estamos sujeitos -- e que muitos (vários nem sequer se sentindo utilizadores de sistemas computacionais) perceberão em breve afectar muito mais da sua vida do que talvez julgassem ser assimilável na esfera informática http://www.policiajudiciaria.pt/PortalW... - J M Cerqueira Esteves
"software de cifra e encriptação"??? Mas não são a mesma coisa? Mais uma vez parece que os senhores das entidades governamentais visadas, em vez protegerem convenientemente os sistemas informáticos, de corrigir as muitas falhas, que como o professor Tribolet já o afirmou, são um caos, preferem usar uma lei péssimamente mal feita e que não serve para absolutamente nada, a não ser para os incompetentes boys e girls arranjarem bodes expiatórios para justificar a sua incompetência. Mas creio que o problema é mais grave estes senhores e senhoras com esta lei criaram uma espécie de vírgula informática a qual permite fugas de informação cirúrgicas consoante dá jeito a determinado personagem ou grupos de interesses. Pelo que li e pelo que está escrito no relatório da Trusted, os seus técnicos acederam directamente à Ghostnet e foi a partir dela que obtiveram os tais documentos. A trusted vai ser processada porque acedeu a uma rede mafiosa que ainda por cima se encontra fora de qualquer parte do território português,logo sem estar abrangida por qualquer lei do Estado Português? Devo estar na twilight zone... - ovigia
Sobre a twilight zone do comentário anterior recordei-me hoje de manhà como Portugal, que aposta no prestígio via apresentação ao mundo como "bom aluno", se apressou em 2007 num acordo de extradição com a China: http://english.people.com.cn/90001... e uns meses depois era já usado para policy laundering: http://www.nytimes.com/2007... Deve um português temer este tratado? Não sei, mas quem pensa em atacar sistemas lá talvez deva estar preocupado em saber, tanto mais quanto suspeitar de que a rede visada tenha ligações ao estado chinês (e ver com atenção todas as vírgulas da nova lei do cibercrime no que toca a relações internacionais). - J M Cerqueira Esteves
Não fazia ideia disso.... não consigo perceber como é que se podem assinar tratados destes com um estado que não respeita minimamente os direitos mais básicos dos seus cidadãos.... ou se calhar percebo, pelo vistos por cá passa-se o mesmo, a diferença é que por cá usamos a máscara da pseudo democracia! - ovigia